SlothSam®






Espátula - humor


Segunda-feira, Maio 29, 2006

80 minutos

(...)
- É o que estou lhe dizendo.
- Mas isso é inacreditável. Como tiveram coragem?
- Tudo é possível depois de uma discussão.
- Você a afrontou?
- Longe disso. Disse o que pensava. Ela também.
- Então qual o problema?
- Oitenta minutos.
- E você acha que dá tempo?
- Não tenho muita escolha.
-O que pretende?
- Fazer em quarenta.
-Será que é uma boa tática?
- Não sei.
- O que ela vai dizer se você fizer em menos de oitenta minutos?
- Viro herói.
- Vem cá. Fazer compras no supermercado é mesmo tão esportivo assim pra você?
- Não imagina quanto...
(...)


Sexta-feira, Maio 26, 2006

Café Filosófico...

Disseram mais ou menos o seguinte:

"O indivíduo que segue os instintos pensa que é livre. Mas é justamente aí que sua liberdade está cerceada. Uma pessoa só é livre com ela diz não ao que é pré-determinado".


Quinta-feira, Maio 25, 2006

É como é...

Ok, digamos que eu saiba o que é ser feliz. Repasso a pergunta a vocês: por que as pessoas esperam tanto? Cálculos intermináveis de quando é o momento ideal, quando seria oportuno dizer determinada frase, a que hora já pode algo que não podia segundos atrás... Relacionamentos hoje são prova da máxima de quem, que não sei quem, talvez eu mesmo, quem sabe, teve a coragem de definir como o encontro de indivíduos céticos. Hoje, não existe mais a crença no outro, mas a fé nos gestos, movimentos e comportamentos ideais para se atingir o propósito de convencer o outro. Alguns não abrem mão de gastar tudo o que têm nisso, outros são simples, mas nem por isso menos eficientes. Se relacionar virou um negócio? Ser feliz é aceitar que já existe um caminho traçado para duas pessoas, que só têm que seguir as regras do jogo e marcar pontos? Eu não quero marcar pontos. Pare de me olhar como quem pede a próxima tarefa. Não está em jogo vencer, se adaptar. As pessoas são como fotos digitais. Querem fugir da opção de serem reveladas. A humanidade está a caminho de perder o que tem de mais precioso. Dane-se, não é? Você ficou com cinco pessoas na mesma festa, por que daria ouvidos a alguém que condena isso? A glória é sua, certo? Fique nesse mundinho seu então.


Terça-feira, Maio 23, 2006

Cartazes (desnecessários) de filmes




obs: Reparem a legenda, embaixo. É o fim...
obs2: Dica do Robertão.


Série: Por que eu odeio telefone...


- Alô, eu posso falar com o Fulano de Tal?
- Quem gostaria?
- Guilherme, é a respeito do jornal da Instituição.
- Um minuto... ô fulano, telefone. Guilherme, sobre o jornal da empresa.
-Ah, não é pra mim não! Não vem não... (obs: perto do atendente...)
- Ele está em horário de almoço, desculpe...



Domingo, Maio 21, 2006

Jimmy Eat World



Bom, terminei meu trabalho de "aprovação pessoal" (rs...) das músicas da banda Jimmy Eat World. Eu já gostava de duas músicas, mas considero que para uma banda merecer minha atenção precisa me surpreender em, no mínimo, 12 músicas. Ponto para Jimmy Eat World que alcançou aprovação em 22 músicas. Segue a lista abaixo, caso alguém queira alguma sugestão minha sobre o trabalho da banda. Se não quiser, tudo bem, já avisei que o critério é pessoal. Abs.


1. Jimmy Eat World - My Sundown
[parada obrigatória]
2. Jimmy Eat World - 23 [parada obrigatória]
3. Jimmy Eat World - Thinking, that´s all
4. Jimmy Eat World - Bleed American
5. Jimmy Eat World - Futures
[parada obrigatória]
6. Jimmy Eat World - Rockstar [parada obrigatória]
7. Jimmy Eat World - A praise Chorus
8. Jimmy Eat World - Just Tonight
9. Jimmy Eat World - The Middle
[parada obrigatória]
10. Jimmy Eat World - Sweetness [parada obrigatória]
11. Jimmy Eat World - Work
12. Jimmy Eat World - Kill
13. Jimmy Eat World - Seventeen
14. Jimmy Eat World - The World you love
15. Jimmy Eat World - Episode IV
16. Jimmy Eat World - Hear you me
[parada obrigatória]
17. Jimmy Eat World - Drugs for me
18. Jimmy Eat World - Polaris
19. Jimmy Eat World - In the same room
20. Jimmy Eat World - Nothing Wrong
21. Jimmy Eat World - Night Drive
22. Jimmy Eat World - Shame


Site da banda: www.jimmyeatworld.net
No Orkut: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=25954


Sábado, Maio 20, 2006

Tudo vende...

... né, Globo Repórter?



Quinta-feira, Maio 18, 2006

São Paulo

Graças à má vontade e à seqüência insuportável de falta de projetos, planejamento e cuidado, São Paulo é o retrato do país. Um espaço que não tem mais como salvar vidas, mas que tem que ceder ao "nepotismo de sobrevivência" da maioria. Hoje, nas ruas, nos presídios, nos altos postos da administração pública, as pessoas estão preocupadas única e exclusivamente com quem elas não querem ver morrer. A vida de desconhecidos pouco importa. São duelos desconstrutivos, brigas de ego e lutas por sardinhas personalizadas. É, o mundo já ligou o foda-se.


Terça-feira, Maio 16, 2006

Pensando...

(...)
Eu estou pensando em você.
Pensando em nunca mais
Pensar em te esquecer
Pois quando penso em você
É quando não me sinto só
Com minhas letras e canções
Com o perfume das manhãs
Com a chuva dos verões
Com o desenho das maçãs
E com você me sinto bem

Eu estou pensando em você
Pensando em nunca mais
Te esquecer
Eu estou pensando em você
Pensando em nunca mais
Te esquecer.

(...)

(Paulinho Moska - Pensando em você)


Sexta-feira, Maio 12, 2006

Diálogos...

(...)
- Não quero mais falar com você.
- Como assim? Mas eu quero, então você TEM que me ouvir.
- Não mesmo.
- Você não era assim.
- Talvez eu já fosse, mas você nunca tentou respeitar.
- Vou falar, eu preciso falar.
- E eu não vou ouvir. Eu preciso não ouvir.
- Te odeio.
- Amém.
- Deixa disso, o que aconteceu foi o seguinte...
- ...
- Alô, você está aí?
- Você é uma pessoa negativa. Pare com isso.
- O quê? Eu não quero ouvir isso!
- É bom, não é? Querer não ouvir e alguém não aceitar?
- Pára!
- Melhoras...
- ...

(...)


Quarta-feira, Maio 10, 2006

Opções

A árdua tarefa da escolha. Argumento arrogante esse, mas nada mais dispendioso que ter ótimas opções e ter que optar por uma. O histórico já me ensinou que tenho talento para, por indecisão, ficar sem nada. Espero que não se repita dessa vez.


Terça-feira, Maio 09, 2006

Copa do Mundo 2006

Olha, eu não sei o que acontece no período de Copa do Mundo nesse país. O que sinto é que fica tudo mais tranqüilo, mais leve. Tudo bem se você não aceita os salários dos jogadores, assim como eu (fala sério, Ronaldinho Gaúcho ganhar 150 mil reais por dia?!), mas é impossível negar que nesses dias de evento esportivo o Brasil fica mais suportável. Encontramos amigos, agüentamos as bordoadas e asneiras de um certo narrador, mas nos mantemos firmes, em busca de alegrias.
Eu não posso dizer que é a competição que mais me emociona, não depois de ter visto, na última Olimpíada, o brilhantismo de nossa seleção masculina de vôlei, em jogos sensacionais contra a Itália (o da primeira fase foi o melhor). Mas o futebol, nesse momento, é o centro das atenções. Aguardo ansioso pelo desfecho.

Eis os meus singelos palpites:

FINAL: Brasil x Holanda

CAMPEÃO:
Brasil
VICE:
Holanda
3º LUGAR:
Alemanha
Artilheiro:
Adriano (7 gols)


Sábado, Maio 06, 2006

Winning Eleven

Alguém faz melhor?




Sexta-feira, Maio 05, 2006

Atendimento Online

Pergunta: por que oferecem serviço de atendimento online, se a primeira recomendação no caderno de respostas imediatas dos atendentes é "favor entrar em contato com a nossa central de atendimento pelo telefone xxxx-xxxxxx"?
Está na lista de coisas que não entendo. Aliás, me arrisco na tentativa de compreender. O atendimento online poderia potencializar a venda de serviços, com o cliente em contato direto com o vendedor e concretizar a compra do serviço na hora. Mas isso não ocorre. As empresas estão mais preocupadas em colocar um serviço porque as concorrentes colocaram. Assim fica difícil. Uma explicação aos cumpadres responsáveis por esses setores: sou capaz de apostar que pelo menos 70% dos clientes que utilizam o serviço online têm aversão total ao telefone. Motivo, então, pelo qual procuram os simpáticos atendentes online e suas mensagens previsíveis. Melhorem isso, poxa. E desistam. Não vou ligar.


Quinta-feira, Maio 04, 2006

Bolívia

Ok, agora somos todos nacionalistas exacerbados, putos com a medida do populista boliviano que resolveu nacionalizar tudo e adotar o popular "foda-se o mundo". Esse episódio revela algumas coisas. A primeira é a de que está comprovado, de uma vez por todas, que tudo que envolve dinheiro dá merda. A outra é a de que somos humana e convenientemente contraditórios. Ufanistas? Defender os interesses do Brasil? O que vocês mesmos disseram quando leram que, aos poucos, a Floresta Amazônica estava sendo vendida, tomada e incorporada? A reação de brasileiros não é diferente da que teve o excessivamente risonho Evo Morales. Estão todos defendendo suas sardinhas. Ética? Que ética? No capitalismo? Capitalismo nunca foi ético. É um jogo claro de interesses em que vale a força. E vocês sabem disso. Agora a minha pergunta: é correto o Brasil se aproveitar das dificuldades bolivianas e instalar empresas a baixo custo, valendo-se das mazelas daquele país? Se você disser que, sim, parabéns. Você é um capitalista de alta classe, digno de medalha norte-americana. Aliás, sua empresa falirá semana que vem porque o Brasil assinou um acordo com os norte-americanos por preços mais baixos para que eles detenham, sozinhos, a oferta desses serviços. Sacanagem? Não. Dinheiro. Simples assim.


Quarta-feira, Maio 03, 2006

Engraçadíssimo...

Religiosos fervorosos, não me levem a mal.
Mas eu realmente achei engraçado o vídeo.
Abs.




Canela

Em tempo, canela está entre as coisas mais asquerosas que alguém já cismou de jogar em uma comida. Respeito quem gosta, mas pelo amor de Deus: jamais me ofereçam. Canela, naftalina e fondor estão na lista de condenação por razões diversas, entre elas gosto sórdido, cheiro absurdo e vontade de aparecer, visto que seus aromas insuportáveis tomam conta de tudo. Hortelã é o que há...

Em tempo²: Não, povo. Eu não comi naftalina. ¬¬



Terça-feira, Maio 02, 2006

Puta merda...

Atenção! Está definitivamente comprovado que qualquer tipo de motivação, mesmo que negativa, aumenta a produtividade. Mas produzir em larga escala não é sinal de qualidade. Estava eu, cuidando da minha vida, hoje, quando resolvo entrar num banco (infelizmente, não vou dizer que é o banco que manda você fazer círculos no ar com um pingo no "i", que nem retardado. Seria hostil de minha parte...). Arrependimento mata, claro. Fila quilométrica.
A primeira surpresa: "Bom, são 20 pessoas na minha frente. É só aguardar". Eis que tudo muda de figura após tortuosos 40 minutos. Havia um espaço lateral na agência e nele a fila estava em desdobramentos contínuos, na ausência de termo melhor, no mais completo estilo "jogo de cobrinha de celular". Resultado: não eram 20, eram 50 na minha frente.
Se existem coisas que eu aprendi com os bancos, uma delas é a de que você não pode deixar acumular as coisas. Mas eu aprendi, caríssimos. Os outros companheiros da fila, não. Contas de todos os universos, até contas já pagas. No desespero, vale tudo. Brasileiro tem uma facilidade insuportável de se acomodar diante de pagamentos e até pagar o que não deve. E, pra piorar, paga o que não deve sem ter dinheiro para isso! Logo: compra dívida que não é sua (aposto que você toparia pagar o que fosse para não precisar ler mais esse texto, né? Ok, na próxima eu deixo essa opção).
Mas a melhor do dia não foi a mulher com contas já pagas, ou o cara que queria abrir uma conta e enfrentou a fila do caixa. Melhor foi a dona que se vangloriou por ter ficado mais tempo na fila de frente para o ar condicionado. Palavras dela: "Ah, estou aqui há 1h20, mas tá bom, fiquei 40 de frente para o ar condicionado". Numa dessas, vale até a pena ser banqueiro. Cliente de banco é assim mesmo? Se contenta com muito pouco? Enfim, eu fui atendido em 40 segundos. Sim, eu cronometrei.


Segunda-feira, Maio 01, 2006

Dia do trabalhador

Minhas humildes condolências aos trabalhadores de todo o universo. Seres humanos esforçados e preocupados com o futuro de suas famílias e a garantia de sua própria existência. Não sei quem inventou o trabalho, mas quem o fez, teve a manha. Por duas razões: há quem pense, realmente, que o trabalho enobrece e dignifica o homem. Pois quem criou essa gracinha assim fez para que outros o tornassem nobre e deixassem a sua (e somente a sua) vida digna.
Pobres aqueles que, em vidas sofridas, acreditam, ainda, que o lugar ao sol é de quem se mata, se consome e vira cinzas por atividades intermináveis em troca de um salário pífio e irresponsável. Enquanto o patrão recebe os banquetes de natal, contentamo-nos com cestas de natal especiais com doces de quinta categoria, pêssegos em calda com vencimento dali a alguns meses e o ressucitado torrone (que só vejo nessas caixas mesmo).
Em dia do trabalhador, comemoramos o salário mínimo, incorremos em tristezas subliminares e chegamos, enfim, mesmo que sem perceber, ao fundo do poço, quando comemoramos reajustes dignos de piadas intermináveis.
Não incentivo ninguém a abandonar suas atividades, mas deixo um conselho: não transformem em hobby o que lhes faz feliz para valer. Dizer que trabalhar com o que gosta é a solução não é balela, e muito menos frase de último capítulo de novela: é instinto de sobrevivência. A quem (ainda) tem opção, encontre logo esse caminho. A vida não espera, muito menos seu patrão. A única coisa que lhe acompanha, fielmente, enquanto você permanece estático é a sua situação financeira. Mundo corporativo é parte do sistema capitalista. Não há como pregar bondade num universo de predadores. Não se engane: é cada um por si. Não, não quero o lugar do Max Geringher. Mas ele encontrou uma alternativa.

* Em tempo, não tenho uma segunda razão, mas acho que uma é suficiente.



Estou de volta

Olha, eu poderia até ter tentado bolar algum texto para um retorno grandioso, mas me dói a idéia disso aqui parecer uma das continuações bizarras de Jurassic Park e seus dinossauros desnecessários depois do filme 1, ou mesmo de Batman e suas seqüências, na ausência de termo melhor, sofríveis. Enfim, estou de volta.
Estou mais tranqüilo para escrever, o que implica em dizer que estou emocionalmente tenso e profissionalmente confuso. Mas há quem diga que o segredo é esse. Nesse retorno aparentemente frívolo, provo uma sensação tão fantasmagórica como a de tocar em um show para seis pessoas, com a sexta aguardando a deixa para buscar informações do tipo: "Por favor, é por aqui que vai pra lá?".
Aproveito para encerrar com aquilo que alguém chamou de "teoria Guilhermal". Eu, simplesmente, acredito que CELULAR e CARRO não são presentes!!! Eu não concordo, em hipótese alguma, que presentes caríssimos tenham mais valores futuros. Isso é um absurdo. Em linguagem de dia de semana, seria o mesmo que comprar um apartamento e assinar um contrato concordando plenamente em morar de aluguel em seu próprio território.
Continuo chato, puderam perceber. Mas senti falta. E sinto falta de vocês. Até amanhã.


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