*esse post foi, originalmente, um e-mail.
Tudo o que estiver em itálico representa inclusão de algo
que não estava no original, sim? =)
"Bom,
tudo começou (...) numa noite tenebrosa de janeiro.
Eu olhei pra janela e vi o mar de Jacaraípe.
O relógio marcava 4h30min. Dali a pouco eu iria seguir a rotina
e sentar na areia, não nadar e esperar a tarde chegar pra
tocar violão no quarto do hotel (incrível, né? mas eu levei violão
e, sim, ficava no quarto à tarde, em alguns dias).
Mas, naquele amanhecer, a rádio da cidade, que não parava,
embalava uma canção da srta. igualmente tenebrosa, Laura Pausini
(é uma boa cantora, mas não gosto dela às 4 da manhã...),
com, se não me engano, "Una Emergenza D'amore" (Crizoca, corrija-me
se estiverem erradas as palavras), ou qualquer coisa
parecida. (Inclusive o clipe é igualmente tenebroso, essa mulher num
Ford Ka achando que é carrão... pobres italianos).
Eu não sei porque eu estava acordado. Bom, eu sei sim.
Mas acho que ali foi o dia em que tudo começou a virar
sonho demais na minha vida.
E eu não consegui dormir.
Até joguei um travesseiro no Frango, mas o cara não se mexeu.
Éramos eu e a fotografia. Tão somente.
Eu peguei o violão e fiz uma música.
O ano era 1999.
Ano em que fiz minha última música séria.
E que, mesmo assim, hoje me dá pena.
Mas naquele dia significou bastante.
Foi como se pudesse resgatar o que eu pensava e transformasse
tudo em realidade, sem precisar me arriscar ou falar, sem precisar
ouvir um possível não...
Tem hora que eu duvido dessa coisa de sonhos...
Acho que minha opinião oscila entre os significados...
Ora penso que são objetivos que ainda devemos alcançar, e que podemos...
Por outro lado, vejo como se fosse uma brincadeira cruel
de alguém lá de cima, como quem diz: "gostou? ok, agora
acorde e recolha-se à sua insignificância, àquilo que você não pode
ter ou sentir".
Ah, sim, a janela.
Acho que pela primeira vez abri uma janela que me
levava a todos os meus objetivos. Mas era uma janela
traiçoeira e que hoje não consigo mais fechar. Parece que
minha vida é dominada por sonhos...
E eu já cansei...
Você tem um cadeado?"
Qual a cor do telefone de vocês?
O meu é preto...
Eu resolvi perguntar isso porque vi um telefone verde
tenebroso numa casa aí (que não vou falar qual)...
Tô vendo uma retransmissão de um jogo da NBA pela
RedeTV. Lakers x Minnesota.
Eu não tenho paciência pra esse negócio.
E eles dão um jeito de gerar tanta ansiedade que eu
não sei como não morrem uns 100 na torcida...
Afinal, naquele mar de hipertensos, não é possível que
um esporte como esse não traga nenhum malefício...
Não que seja o que eu espero... Longe disso...
Mas é que é um tanto curioso...
- Que você quer que eu faça? - Nada. Estou apenas te olhando.
-Mas que agonia. Pára com isso, poxa. - Tudo bem. Parei de olhar.
- Mas também não é assim... - Não é assim o quê?
- Olha pra mim quando estiver falando, Saulo. - Dri, eu não sei o que você quer. Você não disse pra não olhar?
- Agora vai ficar controlando o que eu disser, é? - !!! - Afinal, o que você quer que eu faça?
- Quando você quer ser estúpido, você é, viu... - Er... eu... hã?
- Vá dormir na sala. - Dri?
- Vá já! - Dri??
- Que é, Saulo??? - Nós já estamos na sala...
- Ora seu... _______________
e tudo começou com um "pega um copo d'água pra mim?"...
Tá frio demais, moçada...
Eu não desejo a ninguém um frio desses...
E muito menos pra mim que estou derrubado e vendo
que aquela possível chama de recuperação de gripe está
se rendendo à queda de temperatura...
_-_-__-_-__-_-__-_-__-_-__-_-__-_-__-_-__
Hoje lembrei do mesmo período do ano passado...
Quase no meio de junho, fui para Lagoa Santa de férias...
Saudade daquelas conexões truculentas e difíceis, além
de funcionarem à velocidade da lenha, saudade dos papos
com a Gabi, em plena madrugada...
Saudade do Yuki, daquela casa, do som do violão naquele quarto...
Saudade do pessoal... Puts... frio é um porre mesmo pra essas
coisas de carência e saudade... Disse algo sobre isso hoje mesmo
a uma amiga...
Não esqueçam de se agasalhar bem nos próximos dias...
Hoje, principalmente! Estão falando que vai ser a noite mais fria
do ano... o que me faz lembrar dos 8 graus que enfrentei em
Lagoa Santa... E da sensação térmica de -11 graus que o Jornal
Hoje mostrou com relação a uma cidadezinha do Rio Grande do Sul...
Espero que todos estejam aquecidos até amanhã de manhã...
=#
Eu, derrubado, com febre e monstruosamente gripado...
Ela, tirando onda, eufórica, espertona...
Eu, sem ingresso, sem jogo do Brasil, sem fazer o único
programa que eu tinha certeza que faria em 2004...
Ela, tirando onda, vai à televisão, e se gaba por ter furado fila
e ainda por conhecer gente de lá e conseguir mais fácil as coisas...
Eu, Guilherme, conheço todos os nomes dos jogadores da seleção...
Ela, tirando onda, nem deve saber quem é o Roque Jr.
E ela vai. Eu não...
Dane-se.
Acho arrogância uma estupidez desmedida,
mas, numa boa: não venham com arrogância pra cima de mim.
A disputa tende a ser desleal.
Nem sempre o SlothSam está com paciência para
agüentar explosões de consciência ou qualquer espécie de
problema interno que seja...
E pensem sempre antes de jogar qualquer coisa na minha cara.
Minha memória é excelente ao ponto de também virar esse jogo.
Sou a favor da paz e do bom senso.
Não obrigo ninguém a ser, mas só lembro o seguinte: não entro em briga pra perder.
______________________
Esse texto é um desabafo. Lógico que eu não sou assim.
Por isso eu gosto das palavras. Posso apelar à vontade...
Dialogo com os vinte anos passados.
Frases que não saem da cabeça:
"Quando você crescer, vai entender" "Tudo sempre dá certo no fim"
E após todo esse tempo de "experiência", posso
apenas mandar outras perguntas para a humanidade
e demonstrar minha total falta de argumentos:
"Por que as coisas não começam dando certo?" "Quando eu crescer vou entender o quê?"
Acho que é muito difícil viver num espaço, num universo,
ou no que quer que seja isso em que estou pisando,
com a angústia da ausência de respostas...
A paranóia poderia muito bem ser controlada, e o nosso
amigo onipotente e onipresente poderia muito bem amenizar
a dose de tortura da ausência de respostas às indagações
existenciais...
Mas também não é motivo para tirar conclusões rápidas e
corriqueiras, como um certo amigo que afirmou:
"Não existe nada depois disso aqui. Somos matéria orgânica" Eu acho que só mesmo um imbecil para afirmar
uma coisa dessas...
É muito complicado falar em existência...
Entre conclusões corriqueiras e a angústia, fico feliz
em viver com as indagações existenciais sufocantes...
Ao menos não vou ter deixado de buscar, dignamente,
uma resposta à maior questão do universo...
Podem fazer ultra-film, criar milhões de
tecnologias para salvar os filmes que não vai adiantar.
No final das contas, alguém sempre queima o filme.
Simplesmente acontece...
Às vezes naturalmente, às vezes por burrice mesmo...
O casal estava ficando preocupado com o filho, já que
o garoto já estava com três anos e não tinha falado
nenhuma palavra sequer.
Foi então que, num fim de tarde, o garoto começa a
fazer sons. Os pais correm e, sorrindo, aguardam a primeira
palavra do filho:
- Truco! A esposa, indignada, dá tapas no marido.
- Tá vendo, Jorge? Fica levando esse garoto pra perto
dos seus amigos de jogatina!! Deu nisso! Transtornado, Jorge tenta acalmar a mulher e encontrar uma
razão. Chama o filho:
- Vem cá, filhão E o garoto responde:
- Truco! (apontando para o pai) Qualquer que fosse o objeto, ou quem quer que estivesse
por perto, lá estava o garoto a dizer "Truco".
Jorge, preocupadíssimo, resolve levá-lo ao psicólogo.
- E é isso, doutor. Ele só diz 'truco'. Não sei mais o que fazer! - Deixe comigo. Vou bater um papo com o garoto - diz o médico. E o psicólogo passou três horas conversando com o menino,
perguntando-lhe o nome, idade, falando sobre brinquedos.
E a resposta era sempre "truco".
Ao final da consulta, Jorge, tentando se segurar, vai até
o psicólogo e pergunta:
- E então, doutor? O que é que meu filho tem? E o doutor responde, com expressão de dúvida.
- Olha, seu Jorge, conversei bastante tempo com o seu filho.
Não tenho certeza sobre o que ele tem, mas, pela convicção, posso
afirmar que OU É ZAP ou É SETE DE COPAS!!!!!!!!!!!!
*se forem reclamar, quem contou essa piada foi o Wood
* vem aí o programa de humor...
Estamos ralando pra produzir e tentar arrancar algumas
risadas do pessoal que já racha de rir de cada coisa tosca...
Imaginem pessoas sérias que acham que fazem humor,
fazendo sucesso com imitações de Fofão que mais parecem
Pedro Malan? Assim confesso que chego até a ficar animado...
E a mulher ainda tem a petulância de duvidar da capacidade...
É ruim, hein, dona? Com base em quê você vem querer botar
banca? Em Tieta Presley e imitações horríveis do Sílvio Santos?
Bora parar de marcar toca, fia!
E mais um monte de trabalhos...
Vou deixar pra postar quando realmente tiver algo útil a dizer...
=)
As pessoas seriam mais felizes, mais completas, se fossem
sinceras consigo mesmas...
Quantas lamentações e angústias não seriam evitadas se alguém,
disposto a assumir o que sente, intensamente, desse o primeiro
passo, e, simplesmente, dissesse?
Que medo é esse que rende as pessoas aos caprichos de regulamentos
idiotas da sociedade? Que pessoas são essas que se curvam diante de
tópicos negativos de nossa organização social?
Que medo é esse de dizer "Eu te amo"? Que medo é esse de se expor,
achar que está se prestando ao ridículo? Que preocupação é essa com
o que os outros pensam? Que babaquice é essa, numa sociedade que se
diz livre do machismo, de que os homens sempre devem dar o primeiro
passo? Que regra é essa que é seguida por quem teme assumir o que sente
por concepções defasadas de mundo?
Negar ou omitir o que sente por causa de um capricho social, atrás do qual
você se esconde?
Enganar a si mesmo no momento em que seu corpo, sua alma, ou o que for,
prova que seus dias resultaram em algo que vale a pena??
Pelo amor de Deus!
Saia já daí e vá dizer a ela ou a ele...
Sessenta e cinco primaveras é o que verá se tiver sorte...
Por que diabos ceder à reclusão de um eterno inverno nesse corpo?
Não conheço segredos de felicidade... mas sei as causas de uma vida repleta
de tristezas desnecessárias, fáceis de combater...
Saia já daí, arrisque-se! Você só será descoberto ao se expor!
E aproveite!
Porque a vida tá passando, amigo(a)... e é a sua!
Bom, continuando o papo sobre o Soho,
vou mandar aqui, nessa nova seção, aquelas mancadas
que a galera (incluindo eu) insiste em mandar e contribuir
para a alegria e gargalhadas da humanidade.
Ontem, no Soho, jogando Perfil, o sr. Donato lê a dica:
"Sou um lugar. Fico no estado do Pará" E o irmão dele, participante, manda, sem medo:
"É o PANTANAL"
Acho que até o atendente riu...
(não é um preconceito sobre o atendente entender, oK?
Parem de pegar no meu pé. É porque ele estava em outra
mesa e ouviu a galera zoando! =P)
Apesar da blusa com cheiro de cigarro,
o barulho ensurdecedor da moçada empolgada com jogos
antigos de tabuleiro, e do cabelo na maior porção
de batatas fritas de Belo Horizonte,
o Soho é um lugar bacana pra reunir a galera.
E olha que minha recomendação é importante, hein?
Eu saio 15 vezes por ano. (hueuhehue)
Duas em cada três escolhas começam com um
não no sábado à tarde...
Às vezes a repulsa é significativa,
mas diz respeito à incompatibilidade de gênios
e humores atemporais que dão cor à sazonalidade
emocional...
Duas vezes tentei encontrar direções...
Por duas vezes escolhi os dois caminhos possíveis...
Mas não existe um caminho novo...
O que deve existir de novo é o jeito de caminhar...
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inspirado pela frase: "Não tenho um caminho novo. O que tenho de novo
é o jeito de caminhar" (autor desconhecido)
Se a vida é feita de etapas (e, sim, é!), estou prestes a
encerrar mais uma... ao mesmo tempo que passa a
ser um alívio, devido às minhas fervorosas reclamações,
também vai representar uma perda irrecuperável de bons
amigos e momentos inesquecíveis...
Mas viver, já diria alguém em lugar nenhum (rs...), é chegar
ao mundo para anunciar um longo caminho de despedida(s)...
E estarei, em breve, diante de mais uma...
Não é fácil, eu sei... mas tudo tem seu momento e sua etapa...
Como eu queria não ser saudosista e dar imenso valor a esse
discurso politicamente correto que fiz sobre etapas e novos ciclos...
Mas, numa boa, espero que tudo continue sensacional, sejam
quais forem as oportunidades, companhias e possibilidades dessa vida...
=)
Aqui vamos nós de novo...
Esperanças? Talvez existam...
Não sei se confio mais em destino...
Tudo bem, tem coisa que realmente deve acontecer...
Mas já cansei de sentir que toda vez o mesmo
destino se encarrega de colocar uma pedra no meu sapato
e desafiar meus valores e tudo aquilo em que acredito...
Eu só queria que, alguma vez, o destino desse a mim o
direito de começar o "set" com o "saque"...
=/
Sem isso, não há possibilidade...
Sem possibilidade, não há motivação...
Sem motivação, não existe sentido...
Sem sentido, não posso mais estar com ela...
E a Fernanda Lima saiu bem tranqüila nessa foto
para a revista V.
Esse cara, Mario Testino, é um famoso fotógrafo.
Por razões como regras de utilização e blá blá blá,
vou colocar um link.
Encontrei esse texto no blog do Inagaki e achei,
no mínimo, sensacional.
O trecho abaixo é um monólogo de Trevor Hale, personagem
interpretado por Jeremy Piven, na série Cupid.
"Pessoas questionam se filmes refletem a vida real.
Por diabos que não! Ok, ambos tornam o mais difícil possível a
um casal se conhecer e se apaixonar. Pense nisto: todas as
barreiras capazes de atravancar um romance são exibidas em
um filme - é isso que segura nosso interesse durante as duas
horas de sessão. Mas, na vida real, o amor basta para nos
prender a atenção. Enquanto o filme acaba quando os dois
finalmente se abraçam, é exatamente nesse ponto que a
vida começa. Todos procuram por essa mágica. Todos querem
esse momento, no terceiro ato, quando os olhos se encontram,
a música sobe e os amantes caem um nos braços do outro.
Hoje em dia, no entanto, ninguém mais conversa, ninguém
mais alcança essa conexão. Vida é um filme muito mais longo,
mas todos acabam empacando no segundo ato. É isso o que
eu quero descobrir: porque nós não podemos simplesmente
cortar para o clímax e ir direto para a parte pela qual todo
mundo espera - a cena em que o rapaz conquista a garota".
Bom, todo mundo sabe que domingo é um dia
altamente depressivo, pelo menos se considerarmos
o início de noite e a proximidade dos dias "úteis"...
É como se, no meio de todo um momento de descanso,
sem estresse e preocupações, começasse a tocar
"Fake Plastic Trees" (do RadioHead) e acabasse toda e qualquer
boa vontade e otimismo com relação à humanidade e à
organização do povo em dias úteis e fins de semana...
Como sei que é uma coisa mais complicada de se resolver,
não vou ficar preso à idéia de trabalho e auto-punição da sociedade...
A vocês, pergunto: qual trilha sonora pode ajudar a combater esse
efeito negativo num domingo em TPS (tensão pré segunda-feira)?
É...
Outro dia eu tava lembrando da época em que
telefone valia uma nota e também do não tão distante
momento em que podíamos ligar para as pessoas
sem colocar um 3 na frente (hoje a Telemar veio com essa coisa)...
Mas e daí? Eu nem gosto de telefones mesmo...
Já volto... tenho que fazer umas ligações...
- Eu sei!
cuidado com o que diz,
recolha bem as palavras...
Isso não é uma brincadeira!
sabe quem esteve na mesma situação?
- Quem???
eu já pensei em voltar.
ua, duas, três vezes, sim, eu quis voltar.
- Para onde?
todo lugar é possível.
e algum momento posso tomar a decisão!
- Pois faça!
Algo? Para quê?
momentos... detalhes... segundos...
olheiras... sombrio... passado...
- Volte atrás...
"Por que não voltou a dormir quando podia????"
Acordei atrasado! "Maldito despertador. Pra que diabos eu programo você?"
(...)
Bom dia! "Só se for pra você que é um inútil de uma figa!
?!?!?! (...)
"Quantas horas, por favor?"
As mesmas de ontem. "Ah, claro..."
(...)
Passa a mochila! "Libera os cadernos. Eu apenas..."
Cala essa boca! "Adeus, mochila! e cadernos..."
(...)
Eis as provas corrigidas... "Como assim 12 em 50???"
Comemore. Se eu não for com a sua cara, tira 5! (...)
"Por favor, eu queria..."
Pssssss... estamos vendo o jogo... "!!!"
(...)
Bom dia, chefe. "Está despedido!"
Então é isso? Depois de meses e hora extra é
adeus e boa sorte? "E quem foi que disse boa sorte?"
(...)
Despertador... será que pode desconsiderar tudo
o que eu lhe disse?? Você tentou me ajudar...
Leão larga o Peixe.
Peixe está sendo observado por ex-raposa.
Galo de olho em Leão.
Ex-técnico da Raposa deve assumir o Peixe.
Porco é exemplo do que o ex-técnico da Raposa é capaz de
fazer quando está faminto...
Coelho cogita contratação do Animal.
Raposa se dá mal fora da Toca.
Galo decide tudo em jogo contra os gaviões da fiel.
Nem urubu, nem a macaca.
O favorito do campeonato brasileiro é o tigre, de Santa Catarina.
Vejam só...
Eu estou realmente surpreso com a participação em massa
de vocês no post sobre nomes de filhos...
Tudo bem, é interessante, claro, mexe com a gente,
com as idéias e perspectivas sobre o futuro...
Mas eu estou realmente feliz por saber que vocês
também ficariam loucos - no bom sentido - tendo filhos...
Já é um alívio, sabe?
rs...
Já comentei a respeito da minha simpatia para com
a Turma da Mônica, inclusive confessei um vício que
tenho com as histórias dos personagens de Maurício de Souza.
Mas, francamente, li, na edição nº 422 da revista do
Cascão, algo que, sinceramente, não encontrei sentido.
Vejam abaixo o quadro e me expliquem, pelo amor de
Deus, como um guarda-chuva rolando na grama pode fazer
o som "RUMBLE"?! Que raio de onomatopéia é essa?!
E não venham dizer que rolar o guarda-chuva na grama faz
esse barulho porque NÃO FAZ! =P
Qual(is) seria(m) o(s) nome(s) do(s) seu(s) filho(s)?
Me perguntaram isso hoje e eu, categoricamente,
respondi que essa escolha não dependia só de mim...
=P
Só tenho certeza de uma coisa...
Se eu tiver um filho eu fico louco - e falei no bom sentido...
=)
Porque a vida é assim!
Estou doente? Não agüento fazer nada?
Azar o meu, problema meu, vão dizer por aí.
Nesse mundo, todo mundo é cada vez mais
acometido por vírus e bactérias justamente por serem
obrigados a extrapolar os limites do bom senso
na conduta produtiva de suas rotinas diárias...
É lógico que vai dar pau no meu corpo se eu
ficar que nem louco, dia e noite, fazendo trabalho,
acordando cedo, me matando pra fazer matérias e
sei lá mais o quê... um negócio que é chato,
insuportável de se fazer, que sempre rende críticas
e mau humor e que fazemos por pura obrigação...
vai me dizer aí que não sabe que esse tipo de coisa
é que baixa a guarda do organismo?
Uma hora dá problema mesmo...
Mas ninguém aceita problemas aí fora mais...
Tá de cama? Azar o seu. A atividade é para amanhã.
E paciência...
- Paciência? Que paciência o quê! Está demitido por
justa causa. Brincar em serviço... hunf...
Dizer que 'sim' - pensando que 'não'.
Cumprimentar - e não receber nem mesmo um aceno.
Ficar animado - e tomar uma ducha fria com um comentário cruel...
Querer compor uma música - e ver que, no momento, não dá...
Pensar nela - estar só...
Fazer tudo a tempo - e receber mais tarefas...
Assobiar - e ouvir um "psss"...
Respeitar - e não ser respeitado...
Comprar - ter que devolver...
Arrumar o quarto - mas deixar quebrar o vaso da sala.
Conseguir o carro - e ter o programa desmarcado.
Dançar - pisar no pé.
Atlético - Cruzeiro...
e-mail - cartas
idade da Pedra - George W. Bush
Castigo vem a cavalo - hoje vem a jato
Roubar um beijo - e ser condenado pelo furto
Ligar o rádio - e ouvir chiados...
Jogar Xadrez - achar que é Damas...
Estar confuso - escrever um post...
Minha sugestão para que essa data tenha validade
comemorativa é sorteio, anual, de pessoas que jamais
vão precisar trabalhar pra sobreviver e que vão ganhar um
benefício estatal por alguns anos...
Pelo amor de Deus, ora...
Eu lá quero saber se hoje é dia do trabalho?
Eu quero é feriado mesmo...