Há dois tipos de pratos que podem agradar...
O primeiro é aquele feito com as habilidades de um(a) cozinheiro(a) nato(a),
um prato suculento, com toques e detalhes específicos, sabores
inconfundíveis... frango xadrez, strogonoff, filé ao molho madeira, feijão
tropeiro, feijoada, etc.
Agora, para todos os outros que não dispõem de tamanhos dotes culinários,
existe a mussarela...
Keystone...
Interesting... Impossible? maybe...
Vouyer?? Me? C'mon!
I'm what I'm.
Forget about the street, and I'll tell you
about all the roads that I was... I was there...
Without you... Can we try?
Since... please, just... you... me... us...
Is too late to say some words...
I'll kiss you...
I'm here... I'm there...
Just to find you... And now that I found, please...
Come away with me...
Vai ficar um pouco mais difícil manter esse blog atualizado
diariamente... meus acessos estarão novamente limitados aos
fins de semana... Enquanto conseguir competir com a ânsia de
sono de meu corpo, postarei durante a semana...
Mas, quando não for possível, desde já, peço compreensão :)
Sentir-se realizado é uma das melhores sensações desse mundo...
Isso aconteceu ontem...
Entre outros motivos por ter conseguido levar a um número maior
de pessoas o que eu sou, penso e acredito, sem máscaras ou
coreografias sociais... bacana... =)
Está pronto o "The Jesse Valadão Show"...
Com a participação bem-humorada de todos
os integrantes, e o apoio técnico de Viviane Rodrigues,
o programa foi finalizado em grande estilo...
É... Pelo menos pra isso essa disciplina serviu...
Bom, tem outro motivo, mas esse eu prefiro guardar
só pra mim... por enquanto...
Em breve em mp3 pra vocês!
Será que eu sou o único a ter escutado, quando
era pequeno, que existia uma madição e que
havia um punhal dentro dos bonecos do Fofão??
ô Loco... Fiquei uma semana sem dormir...
Prima de uma figa... Ah, e lógico, abrimos o
boneco pra ver... Como foi bom saber que Fofão
e Diabo não tinham ligação... rs...
=> "Onze Minutos" - Paulo Coelho
=> "Mulheres Alteradas 2" - Maitena
=> "Mulheres Alteradas 1" - Maitena
=> "Diário de Tati"- Heloísa Périssé
=> "Seu Creysson, Vídia e Óbria" - Casseta & Planeta
É preciso organizar um evento dessa magnitude para
que brasileiros comprem livros como esses?
Alguns nomes salvam na lista divulgada na Folha Online,
mas é realmente complicado realizar eventos culturais para um público que,
em sua maioria, desconhece os limites da subversão literária...
___________
obs: estarei em lagoa santa no dia 27 de maio...
Não poderei postar nessa data... volto na quarta feira...
Entrevistei um psicólogo envolvido numa disciplina
que compõe a grade curricular de Jornalismo e Publicidade
e Propaganda da Fumec (Belo Horizonte), e, em meio às
respostas que obtive, surgiu uma consideração para justificar
a indissociação da prática jornalística e a psicologia,
brilhante por sinal:
"O jornalismo é um campo de produção de subjetividades."
Exatamente!
E esse mesmo jornalismo é o que tem em sua raiz
a idéia de padronização de futuros profissionais, de seus textos,
e, principalmente, da supressão de traços subjetivos.
Isso é impossível, professores, coordenadores, jornalistas!!!!
Ressalto ainda: como vou me tornar um profissional dentro dessa
lógica paradoxal que envolve a prática jornalística? O campo é
de produção de subjetividades, mas querem suprimir a subjetividade.
Basta constatar, conforme fez Peter L. Berger.
"O padrão não resiste à maciça demonstração da subjetividade alheia".
Eis as ciências humanas... não são realidades paralelas, amigos.
São inconstantes, dinâmicas, verdadeiras... e deixam de fazer sentido...
Gostaria de dividir com vocês essa imagem legal
dos Simpsons inseridos na imagem da capa do
disco Abbey Road dos Beatles... Bacana...
Os Simpsons não chegam a ser um fenômeno
como o quarteto de Liverpool, mas oferecem
entretenimento crítico interessante...
Abaixo, também, a capa original do lp dos Beatles!
Sinceramente, o clipe dessa "música" é a prova
mais gritante de que quantidade não é qualidade...
Nunca vi uma orquestra tão mal aproveitada e tão
limitada a acompanhar acordes naturais (isso é a
música americana, acordes naturais! Nada de
diminutas, dissonantes... é o 'fast-food' musical)
Há também uma preocupação exclusiva do grupo em
executar uma música de forma a condicioná-la num
formato que rende indicação ao Oscar...
É, pra piorar, o retrato fiel da utilização de recursos
de correção de afinação, bastante comum nas bandas
que emergem na mocada no mercado fonográfico...
Shows da banda exibidos pela MTV mostram como o
cantor é fraco... escorrega nas tonalidades e não
consegue manter o equiíbrio da melodia...
Lembro-me que o Creed reclamou do The Calling como
quem diz "É muito chato ver cópias de nossa banda"...
E o Creed, lógico, não imitou ninguém, né, gente?
Ah, tenham dó... Respeitem o Pearl Jam...
Uma admiração, com certeza, se perde pelo poder de um
ato falho...
Acho que qualquer ser humano com um mínimo de dignidade
e respeito para com seus discípulos, e mesmo com a própria alma,
deve ter o bom senso de assumir compromissos e zelar por eles
devido ao grau de importância, e a necessidade de acompanhamento de sua
disciplina...
Não culpo o senhor por abandonar o barco, por seguir os rumos de sua vida...
culpo uma instituição que, com total submissão, cede em aspectos contratuais
por questões de marketing que envolvem o corpo docente, e se esquece
dos que sustentam todo esse aparato de ensino superior...
Respeito é bom e o corpo discente faz questão...
"Irredutibilidade do Tu... em hípótese alguma o outro pode ser
um objeto. Se isto acontecer, e aí está o destino do homem,
o Tu já não é mais se não um isso, uma soma de qualidades
útil a um propósito realizável."
(Martin Buber - Eu e Tu )
Quero conhecer, sim, muitos lugares...
Macchu Picchu, Grécia, e, para nunca mais
reclamar do frio tropical, Sibéria...
Sou louco para pisar em Natal também...
Se bobear, acho até que ser deixado na Amazônia
(ou no Pantanal) por dois dias seria legal... rs...
Mas acontece que, por trás de toda essa idealização
de metas turísticas, existe uma pessoa que ainda não
saiu da região Sudeste... =/
Hoje esse blog completa 5 meses...
Legal..
Parabéns, blog... não deve ser fácil ficar agüentando
alguém que não faz sentido... =)
Obrigado a todos que lêem!
Fiquei sabendo, a partir de um site de estatísticas, que
esse blog recebeu mais uma visita ilustre...
Só que, dessa vez, da Índia!!
Seja bem-vinda(o), amiga(o). Mesmo que por engano, rs...
Ou será que não?
Me perguntaram outro dia quais as 5 mulheres mais
lindas da TV, na minha opinião.
Não lembro se me pediram para escolher apenas
nacionais, ou se a resposta poderia alcançar nomes
internacionais...
O que sei é que, de fato, fazem a minha cabeça:
(ou faziam, no momento da resposta, pois, vocês sabem,
sou imprevisível... graças a Deus)
O programa ganhou cara!!!!
Não vejo a hora de colocá-lo em mp3
(vou copiar do Felipe) e colar aqui pra vocês.
Senhoras e senhores, em breve, Carlão,
Fatinha fim de noite, Rose De Las Fuentes
e muito mais...
huahuahuahu
Os olhos...
Um brilho que reflete a intensa chama de uma vida...
Uma janela que se fixa entre o limite dos sonhos e
a realidade vista sob o prisma de uma tonalidade...
Simplesmente olhos... verdes, azuis, castanhos,
claros e escuros, cor de mel... são atalhos de um
caminho rumo a um infinito de abstrações...
Eis as janelas da alma...
Tão frágeis, tão completos, porém tão enigmáticos...
tanto sinceros, quanto obscuros...
Lembro-me dos olhos dela...
Fitei-a por segundos... nossas almas se encontraram...
uma pena presenciar tudo da janela que dava para
o horizonte dos sonhos...
As janelas se fecharam... os olhos calaram...
Lágrimas... embaçada é a imagem de uma janela sem brilho...
(** - esse ingrediente é utilizado apenas para efeito ilustrativo)
(*** - o fabricante utiliza a quantidade máxima desse ingrediente,
necessária para um ser humano exercer valores de racionalidade,
contas, controlar finanças, levar vantagem, etc. A utilização de
uma dosagem maior desse ingrediente anula os efeitos dos outros
componentes / obs: O ingrediente não contém conservantes como
pensar, refletir, ficando garantido o efeito binário do ser humano)
<Não pense! Padronize-se. A sociedade não quer ver a sua subjetividade.
Apenas obedeça, seja o que lhe "recomendam"! "Essa é a real">>
É um desaforo tentar postar desde 14h e saber que o
blogger finaliza a seção antes mesmo que eu comece
a escrever...
Bom, devo explicar que estou desde sexta sem postar
devido a um problema, também, do meu telefone...
Ficou mudo graças a um vizinho sabichão que desconectou
um cabo da caixa geral do prédio...
Estou de volta...
Assisti, ontem, acompanhado de um pessoal da faculdade,
à peça dirigida pelo meu professor, Wilson Oliveira.
Já havia tomado conhecimento da idéia geral da história
através de um filme. Mas, confesso, tinha uma grande
curiosidade com relação à encenação. Mas não. Foi igual.
Não me surpreendeu.
O texto é interessante, reflete algumas questões comuns
dentro da vida, das percepções sexuais e relacionamentos,
os desejos, as manifestações do corpo, enfim...
Mas não acrescentou nada.
Tenho ainda que fazer uma resenha.
Prometo para mim mesmo que vou refletir bem sobre o
conteúdo e ver se encontro algo interessante para ressaltar
sobre o espetáculo.
Inicialmente, porém, não me surpreendeu. Apenas contou-me
algo que eu já tinha percebido no cinema...
Será culpa da simplicidade do texto? Sei lá!
____
Aos interessados de Belo Horizonte,
"Uma relação pornográfica" Local: Teatro Klauss Vianna - Av. Afonso Pena 4001 (Prédio Telemar)
De quinta a sábado - 21h - Domingo - 20h
(De 15/05/03 a 15/06/03)
Direção: Wilson Oliveira
Elenco: Christiane Antuña, Ivan Reis,
Laura Cardoso (part. especial em vídeo) e Omar Jabur.
E não é que a Terra entrou na frente da lua?
hehehe
Poxa, é uma pena que tenham banalizado tantas coisas
nesse mundo e poucos enxerguem o lado mítico, ou mesmo
a beleza desse momento...
Claro que deixa de ter importância quando pensamos logo
que se trata de um fenômeno "lógico" do movimento rotacional
da Terra...
Mas não comecei esse post de outra forma para agir conforme
o excesso de racionalidade... o reflexo de uma sociedade
que estraga prazeres e omite suas angústias, cada vez mais
obscuras... tão obscuras quanto uma manifestação de luz
e sombra em nosso céu estrelado...
Acabei esquecendo de comentar...
Mas acontece que minha matéria sobre rádios comunitárias saiu
em seis colunas no Jornal Impressão, do Uni-BH.
Muitos colegas do 4º período também tiveram matérias publicadas,
como a Rê, o Felipe, a Cléria...
Poxa, bacana isso.
Mas, até agora, sinceramente, não sei se é jornalismo que eu quero pra
minha vida. Só que, por outro lado, não consigo largar o curso.
Acho algumas das matérias importantes para mim. Só que não é dentro
dessa profissão. Sei lá. Acho que só vou saber se quero jornalismo
mesmo quando chegar o período das crônicas, e o período do jornalismo
opinativo. Isso, porém, é mais no final do curso...
Tem o lado dos amigos da faculdade também... não sei para vocês, mas
esse é um ponto primordial pra mim... e que ganha muita relevância nas
minhas escolhas... "Você tem que se preparar para o mercado", vão dizer
alguns conselheiros bem sucedidos no mercado de trabalho...
Não! Eu tenho que me preparar como ser humano, para a minha vida e
minhas realizações... o trabalho é o modo para realizá-las e será
conseqüência da minha preparação enquanto pessoa...
Como o silêncio é cruel ao ponto de trazer a
a imagem dela combinada à angústia e ao pesar de
uma memória resgatada de um momento roubado
pelo tempo...
Não, o silêncio não é inocente.
O silêncio é a manifestação de uma pulsão conturbada
de nosso corpo, que expurga o desejo em fragmentos
de ilusões, nos droga por segundos em meros devaneios
tolos (mas sinceros), e ascende um amargo e infrutífero
suspiro de realizações perdidas...
O silêncio é o reflexo de uma impunidade que circunda o
pensamento humano, que prega a auto-piedade, que
faz emergir um sentimento de defesa, sem constatar ou
enxergar o ataque da solidão em meio aos suspiros do
que tínhamos, teríamos, teremos, mas ainda não temos.
Ou quem sabe, do que fomos, seríamos ou seremos.
Não! O silêncio não é inocente...
Mas não disponho de provas concretas para condená-lo.
Sou conivente. Valho-me do silêncio para manifestar a
minha acusação... somos reféns do silêncio, sombras de
palavras, baús de emoções contidas num aprisionamento
de momentos, de realizações possíveis...
Nós somos o silêncio... por não enfrentarmos nossos
anseios, por recorrermos ao imediatismo de um mundo que
fere, incontestavelmente, que machuca, que dilacera
os desejos e pulsões de um corpo que clama por satisfações
reais, mas não resiste à ficção inconsciente, que oferece
respostas ilusórias e efêmeras aos auspícios de alguém que
sonha, mas teme lutar por seus próprios anseios...
E tudo termina no vácuo... ... .. .
Já comentei a respeito da minha simpatia para com
a Turma da Mônica, inclusive confessei um vício que
tenho com as histórias dos personagens de Maurício
de Souza.
Mas, francamente, li, na edição nº 422 da revista do
Cascão, algo que, sinceramente, não encontrei sentido.
Vejam abaixo o quadro e me expliquem, pelo amor de
Deus, como um guarda-chuva rolando na grama pode fazer
o som "RUMBLE"?! Que raio de onomatopéia é essa?!
Devo confessar que o policial teve a manha de me mandar
embora do Mineirinho, ontem.
Ele chegou perto de mim e da galera e disse:
"ô moçada, vamos embora? Tô loco pra ver minha mãe ainda hoje"
uahhuahuahua
Coitado... ficar cuidando de uma cambada de manés que nem
perceberam e entenderam o vocalista xingando "motherfuckers"
em pleno dia das mães... Acontece...
Rolou um show do Silverchair aqui em BH.
Bom, correu tudo bem.
Graças a Deus o Detonautas tocou 5, 6 músicas e rachou
fora, e, o Silverchair fez uma apresentação legal,
inclusive com o vocalista, Daniel, provando que
todos os que dizem que ele não tem presença de palco
estão parcialmente enganados.
Mas não tocaram "Tomorrow"... triste... :P
No mais, foi bacana...
ainda mais tendo ido sem pagar um tostão...
O paradigma da vida chega ao incessante ápice dos
perjúrios que circundam a "realidade".
Os caminhos, que ultrapassam meros anseios de uma
homogeneidade cerebral, ganham relevo, apontam para
uma renovação dos (pre)conceitos pós-modernos.
Eis a vida como exemplo. Já não está claro
que o abuso da racionalidade leva à falência o próprio ideal
da razão? A compreensão dos momentos vividos se
faz por um jogo de interpretações das captações de
fragmentos do que vemos como realidade.
Avaliando-se uma multiplicidade de fatores que envolvem
o paradigma da vida, temos um presente que o tempo
atira ao passado... temos momentos que não se localizam
igualmente nas palavras, na memória, no tempo...
Melhor dizendo: temos momentos que existem, mas não
se localizam!
Temos uma vida que começa levando ao fim, mas um fim
que leva a um recomeço. A "realidade" (odeio essa palavra)
é ambígua, a vida é ambígua!
O paradigma é cíclico. A vida é uma renovação da maneira
como olhar, e não do que está sendo visto.
Condenem o imediatismo, a lógica racional do sim ou não,
a indiferença destinada às características essenciais de nossas
estruturas (psíquicas, etc.)... Basta olhar!
A homogeneidade conduz ao trauma do olhar.
"Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa".
Você está mesmo vendo?
______
* Após o post "blogueiros, blogueiros", refleti sobre os comments, e,
considerando as opiniões dadas, resolvi retomar os "para experts"
como forma de inocular pensamentos interessantes...
Obrigado a todos!
É... hoje o dia não tá legal não...
baixou aquele tipo de pensamento prego que ecoa na sua
cabeça frases como: "isso, arrependa-se de não ter feito isso".
Quer saber? Que se dane esse pensamento.
Eu não me arrependo de nada.
O caminho é esse mesmo, e, queiram ou não,
estou vivendo uma vida de verdade... e não a convencional...
robozinhos da sociedade :P
Sigam isso como exemplo, e, dependendo das
circunstâncias, jamais neguem uma entrevista.
Vejam só esse texto do Wilkie Júnior e
aprendam: os jornalistas podem ser perigosos... uhuahuaahu
Até quando as pessoas vão manter a procura em direção
ao EU? Será tão difícil enxergar o TU?
Ou realmente o que interessa mesmo, hoje, é a satisfação
momentânea, o êxtase de um egoísmo que faz transbordar
impulsos e desejos que clamam pela utilização do outro
por propósitos individuais? É só ficar, ficar e ficar?!
Não é possível que uma geração tenha perdido o gosto por
construir uma vida a dois, por se "amarrar" em alguém,
por participar de um objetivo comum, impulsionado por
desejos e sonhos coletivos... Eu não perdi...
Assumir um compromisso não é o fim dos tempos, não é
o caminho certo para uma relação infrutífera, ou mesmo
conturbada, complexa. Guiar-se pelos caminhos de um
relacionamento sério é admitir que há coisas nesse mundo
para serem construídas por dois... Há sentimentos que só
podem ser partilhados dessa forma...
E se engana aquele que acredita no "experimentalismo" nesse
ponto. A questão toda envolve o tal do arriscar-se.
Por que não se arriscar e viver algo que vale a pena?
Por que viver em guetos de insensibilidade, tornando idiotas
os sentimentos humanos que tão difíceis foram de se encontrar?
Arrisquem-se nese campo.
Garanto que a escolha de uma pessoa valerá pelas diversas
que você, simplesmente, utilizou como satisfação momentânea...
Pô, que pála. O Blogger não salva os comments.
Eu realmente não sabia.
As antigas mensagens deixadas foram apagadas do
meu blog =(
Alguém conhece algum gerenciador de comments
que não faz isso? =/
Recentemente comentei em um blog amigo (Cabeça)
que a presença do Paulo Coelho no Casseta e Planeta poderia ser
algo mais que marketing.
Todos sabem (e é impossível não ver devido à visibilidade dada ao
novo livro "Onze minutos de prazer" nas livrarias) que Paulo Coelho
é um dos escritores mais lidos no Brasil.
Porém, prefiro acreditar que ao colocar Seu Creysson e o mago lado
a lado em uma sessão de autógrafos, o grupo do Casseta e Planeta,
mesmo que de forma sutil, fez uma comparação entre o fazer sucesso
do escritor e do personagem.
Paulo Coelho já foi severamente criticado por seus erros cavalares de
português (ex: entrevista - Marília Gabriela).
Não estaria o Casseta e Planeta ironizando o quanto é fácil vender livros,
tornar-se famoso, um escritor de sucesso, mesmo contemplando as
deficiências lingüísticas?
Se foi isso eu não sei. Mas ao meu ver, naquele momento, um refletia
a imagem do outro. Espelhos da ignorância. Espelhos que são assimilados
por todos os brasileiros...
Vocês já leram o novo livro?
ACM
A cassação do caboclo baiano foi rejeitada...
É duro, hein?
... da propaganda do "Macarrão Mara"?
... do Bozo? do Fofão? do Papai Papudo? Vovó Mafalda?
... (puts!) da Vila do Mallandro? (ahuahua)
... das novelas "Que Rei sou eu"? e "Olho no Olho"?
... da série de mensagens de natal da Globo
em 1991, com a máxima "Invente, tente, faça um 92 diferente"?
... da TV Pirata?
... do programa Vida ao Vivo Show?
... das cabulosas propagandas do "Avanço"?
... da Porta dos Desesperados?
... do Tonho da Lua em "Mulheres de Areia"?
... do Jamanta em "Torre de Babel"?
... do desenho Spif e Hércules? (queria não lembrar)
... do político que inventou a palavra "imexível"?
... da corrida de F1 na Austrália na qual Ayrton Senna
pediu o fim da prova (Galvão Bueno chamou de autonomia
de campeão, rs... é uma ameba mesmo), e Nigel Mansell
quebrou as pernas?
... da época em que o Atari era o melhor (e único) video-game?
... do seriado "Lion Man"?
... da sigla URV atribuída à moeda brasileira na década
de 90, em meio às confusões de Cruzado, Cruzado Novo, Real?
Sinceramente, não vejo sentido em blogs que, embora tenham
um conteúdo excepcional, optem por uma linguagem por demais
apurada, privando muitas pessoas de degustarem a carga informativa,
poética, etc., dos textos...
As últimas seções (para experts) foram criadas para mostrar
um pouco disso.
Um blog, ao meu ver, funciona como um espaço que redescobre o valor
da palavra, e extrapola as convencionais formas de comunicação, abrindo
brechas para a interação entre as pessoas por meio de lembranças,
palavras, identificações...
Como um propósito comunicativo pode ser atingido se a linguagem não
é acessível a todo e qualquer leitor que, por qualquer motivo, vá parar em
um blog?
Cuidado com os excessos. Excessos comuns, inclusive, entre os candidatos
ao Ibest Blog. Erudição é bem vista para os que entendem como bem escrito
um texto apoiado diretamente nas restrições e formatos da norma culta da
língua. Erudito não significa completo, significa, ao meu ver, pretensioso.
Ou quem sabe, medroso, que se esconde atrás das palavras difíceis...
As palavras são fantásticas, sim, gosto de palavras e textos apurados...
Mas defendo, em primeiro lugar, a compreensão dos textos.
E, em nossa língua, há a necessidade de conciliar as linguagens coloquial e
formal.
Não privem as pessoas de entender seus textos. Procure uma linguagem
de fácil entendimento, clara... Por mais poético que seu texto possa parecer,
ele deve permitir o entendimento... Nesse campo de inferências possíveis,
colabore para um afunilamento das possíveis divagações dos leitores, e
levem suas mensagens àqueles que se aventuram pelas linhas de seu blog.
Um texto bem escrito é, pois, aquele que se faz entender.
Mal posso esperar por esse lançamento...
Alguém quer ir comigo ver? :P
Considerações
O Blogger costuma fechar o espaço para postagens aos
domingos e em parte da segunda-feira... Por isso, deixo
avisado, desde já, que é provável uma possível desatualização
nas postagens do dia 05/05, ok?
Valeu!
Participei, ontem, de um jantar vegetariano no Jay Hama,
restaurante indiano, organizado e preparado
pelo pessoal do "Alimentos para a Vida" do qual a
aniversariante citada participa. Foi legal, a experiência
é interessante, mas, confesso, sou um carnívoro voraz.
Confessei a eles também, mas como ensaiaram um
discurso quase dogmático, optei por desconversar, huahua.
Brincadeira, mas foi bacana. Foi um espaço para entender
e conhecer, também, mais sobre a cultura indiana.
Eis que hoje, após a experiência vegetariana, estou indo
para um churrasco, hehe.
A vida às vezes pode ser paradoxal, não é?
Agora esse papo de rótulo alimentar, tenham dó, né?
Ah, que bobagem.
Cada um que coma o que quiser. O que lhe dá prazer.
(Não tô dizendo que isso foi discutido no jantar não, ok?
só estou utilizando-o como gancho para essa constatação
particular)
Sinceramente, acho tanto o carnívoro, quanto o vegetariano
babacas quando querem defender escolhas radicais.
Há estrutura corporal para cada escolha alimentar.
Faça a sua, delicie-se e seja feliz...
Você está nesse mundo para satisfazer as suas vontades...
não de um grupo com propósitos e suposições idealistas...
A vida é sua... o gosto também... bom apetite!
Já se sentiram como se fossem os reparadores dos deslizes
sentimentais humanos, e, de repente, após concluir a tarefa,
fossem simplesmente largados de lado em prol do bom
andamento da sociedade estabilizada?
É irritante o raciocíno binário de pessoas que acreditam
que tais reparadores não têm problemas, ou, para piorar,
podem conviver com a infelicidade e aceitá-la em respeito
à felicidade alheia. "Não perturbe", por assim dizer.
Por favor, não tentem impôr uma lógica neoliberal também
nos sentimentos humanos. Todos merecem a felicidade.
Nesse ponto descartem, pelo amor de Deus, a idéia de
maioria.
Outra coisa: não considerem egoístas os que lutam por
seu próprio eqüilíbrio. Lutar por você mesmo não significa
estar despreocupado com os outros, mas de uma vez por
todas, dar a devida atenção que você precisa e merece.
Em qualquer lugar desse mundo
a boa comunicação deve cumprir dois momentos: o da
fala e o da escuta. Não pensem que as pessoas que sabem
ouvir e ajudar não precisam falar.
Afinal de contas, como uma sociedade se tornará estável
se ignorar a instabilidade de seus reparadores?
Seria um bom começo entender isso como uma questão
de respeito. Não usem as pessoas.
As pessoas pensam que me usam, mas quando assustam,
estão sendo recicladas. Respeito é mútuo. Interessa?
E aí. O que vocês acham?
É válido um feriado que comemora a utilidade
de um trabalhador que, na semana que vem,
terá que trabalhar dobrado para suprir os dias
de folga?