Ler esses quadrinhos é particularmente um vício...
Um vício que, confesso, não acabou...
Hoje, divirto-me cada vez mais com as expressões
faciais dos personagens, fruto da renovação dos desenhistas
do estúdios Maurício de Souza.
Quem, algum dia, não se identificou, ou não embarcou
na utopia de uma história como a dos personagens dessa turma?
O interessante é que cada personagem tem, embora fique em
segundo plano nas histórias, um "drama existencial"... questões
de estética, desfunções alimentares, dificuldades com a dicção,
enfim, questões que, de uma forma ou de outra, promovem
a interação entre os leitores e o conteúdo das histórias,
seja por identificação, etc.
Alguém aí já pensou em fazer uma análise semiótica das histórias
do Cebolinha que contam com a participação do Louco?
Mais ainda, alguém já pensou que, embora sendo engraçado,
o Cebolinha seja esquizofrênico e tenha seu mundo paralelo
muito bem traçado? E ainda, que o perceba, mas não consiga
fugir dele?
Rs... Não quero subverter o mundo de fantasias da Turma da Mônica,
mas apenas mostrar que as histórias desses personagens
direcionam diversos tipos de leitura...
Ah, sei lá. Pode ser que não também.
O que eu sei mesmo é que eu morro de rir...
Felizes aqueles que não dopam suas memórias com fragmentos
estabilizados (?) a partir de uma lógica imagística...
Ainda mais felizes os que não tornam os caminhos transgressivos
dignos de repúdio, de indiferença (e conseguem dar-lhe a visibilidade
merecida).
Felizes aqueles que encontram um caminho sozinhos...
Ou melhor, que encontram os seus caminhos...
(Não é preciso estar só para encontrar o próprio caminho, nem
necessário, e ainda, em alguns casos, nem é possível.)
Triste não sou eu, não é você, somos nós.
Presos, seja total ou parcialmente, às considerações breves de
uma irracionalidade que transborda o cálice vazio, que organiza [!]
(o que é mais fantástico), padroniza, molda, define, ...
Felizes os que compreendem que ser criado à imagem e semelhança
não significa refletir pontos de vista.
Se você é um espelho refletor dos ideais alheios, está na hora de
distorcer essa imagem. Não espere que rótulos circundem sua capacidade
reflexiva, para que sua íris transmita idéias esperadas por quem propôs
conexão... (O olhar conduz à reflexão). Estabeleça a conexão.
Autenticamente. Por favor. Seja.
Que nesses aniversário da história Branca de Neve possamos perceber
o quanto é velha a lógica que molda a realidade a partir do ponto
de vista de um espelho... Até quando objetos vão definir o SER?
"Cada ponto de vista é a vista de um ponto". (Leonardo Boff)
Eu, sinceramente, imaginei que a maioria fosse
escolher Música como preferência... e foi isso
mesmo!
Não desmerecendo as outras vertentes culturais, ok?
Cometi um equívoco no último post ao atribuir ao filme
o mesmo nome do livro... Porém, preferi deixar o erro,
para que funcione como atribuição irônica...
O filme dirigido por Hector Babenco limtou-se às reflexões
do livro de Dráuzio Varella, além de ter ficado cansativo em
suas 2h30min...
Esperava mais... Primeiro pela publicidade que não poupou
palavras para dimensionar os gastos com a produção...
Depois, devido à imensidão de possibilidades de discussão
que o livro oferece... Mas Babenco limitou-se em transformar
Dráuzio Varella num Deus (o único que reflete ali)... Limitou-se,
pois, ao que o livro mesmo se propôs... uma pena... sinceramente...
Estou indo para Lagoa Santa hoje.
Volto no máximo no domingo.
Assistirei "Estação Carandiru" hoje, também.
Podem preparar. Tudo leva a crer que terei
muito o que escrever (e os interessados, claro,
o que ler)
??????????????????????????????????????????????????
?? O que fazer quando duas pessoas fazem questão ??
?? que você esteja com elas num determinado dia, ??
?? hora, lugar? Eu realmente não sei o que fazer. :P ??
??????????????????????????????????????????????????
Alguém teria coragem de me dizer, assim como
pergunta aquela música do Capital Inicial, o que
faria quando ninguém estivesse vendo o que você
queria fazer?
Para muitas pessoas, aquele indivíduo que demonstra
um conhecimento apurado sobre os sentimentos alheios,
e consegue de certa forma compreendê-los, está imune
aos possíveis conflitos e choques emocionais de mesma
natureza. Ledo engano.
Começaria bem um raciocínio que levasse em conta que
a pessoa mais apta a decifrar questões de sensibilidade é
justamente aquela que as vive de forma intensiva.
Exato! Hipersensibilidade!
Vocês podem imaginar o que é ser, por exemplo, rejeitado
para alguém que assim?
Tirem da cabeça, de uma vez por todas, a idéia de
insensibilidade, de distanciamento para solucionar tais
problemas. Essas pessoas podem, sim, ajudar em questões
complexas do próximo, mas não se pode esquecer que
precisam igualmente de auxílio e atenção.
Não estão imunes às complexidades sentimentais, pelo
contrário: estão muito mais expostas.
Outro dia me contaram a respeito de uma entrevista
para emprego na qual quase metade dos candidatos foi
descartada em menos de 5 minutos.
O motivo? O entrevistador perguntou:
"Quem aqui não leu o jornal hoje?"
Aos sinceros, e bravos por sua coragem em assumir
a não atualização informativa proposta pelos jornais impressos,
foi concedido o caminho à porta de saída...
Rs... me espanta a pretensão das lógicas empresariais que
criam atitudes e frases de efeito, a partir de um conhecimento
altamente parcial das coisas...
São as empresas dando uma forcinha aos órgãos informativos:
incluidores de tema e apresentadores da "realidade" =P
Mais um feriado nacional...
Por que será que reina nesse país um culto aos
heróis que fracassam?
Será uma supervalorização das intenções, e
colocação da eficiência dos objetivos em prática
em segundo plano?
As opiniões divergem... mas ao meu ver, Cazuza
estava certo... Nesse país, alguns dos heróis decepcionam,
não atingem as metas, não são pontos de referência...
"morreram de overdose". Precisamos e rápido de uma
ideologia pra viver.
Fiz um teste maluco aí e, realmente, vou ter
que me explicar com a Tio Ted. Sempre achei
que fosse vocalista da banda, mas, de acordo
com o teste, eu... bom... vejam vocês mesmos...
Aos religiosos, um dia especial...
aos chocólatras, uma data inesquecível...
Às fábricas de chocolate, uma oportunidade única...
Às crianças, a diversão e a sustentação de um mito...
Alguém realmente sabe o que é comemorado nesse dia?
Ou a única e exclusiva preocupação de vocês é em ter um
ovo para dar nessa ocasião?
Longe de mim questionar religião, dogmas, o que for...
Mas toda comemoração tem um motivo...
Espero que todas essas pessoas que se unem e assimilam
o paradigma "nessa data devo comprar um ovo de páscoa"
saibam o real motivo dessa celebração...
De qualquer forma, Feliz Páscoa.
Vou dar um jeito de esconder os ovos num lugar bem difícil
esse ano para os meus priminhos, hehe.
As bandas que estão começando, ou que já estão se apresentando
rumo ao restrito mundo musical, vivem um dilema...
O primeiro sinal é o nacionalismo exacerbado, porém à moda brasileira,
complexo, que reina nas avaliações (pre)conceituosas de muitos dos
que apreciam e dizem entender de música nesse país.
As bandas que optam por tocar e gravar composições em outro idioma,
são taxadas de anti-nacionais. Enquanto isso, bandas como o Los
Hermanos que mandam um rock genuinamente nacional, não são
preferências do mesmo grupo que rejeita os que se aventuram em
outras línguas... Público esse que, inclusive, prefere conjuntos
internacionais aos que surgem nesse grande acervo cultural que é o Brasil....
O público musical brasileiro é muito incoerente... pra não dizer chato...
(Eu mesmo sou um chato de galocha enquanto apreciador de música)
Mas, realmente, falando como músico, sinto-me diante de uma
fronteira... exigem que não sejamos "another brick in the wall",
mas não poupam rótulos para todo e qualquer tipo de trabalho apresentado.
Ao que parece, existe um público que não quer, de maneira alguma,
que suas exigências sejam atendidas. Há um medo em relação à
possibilidade de não terem mais o que criticar.
Se uma banda nova faz músicas em inglês, é ridículo. Agora,
se é o Caetano, acham "lindo". Não espero que usem o passado
para explicar essa diferença de avaliações. É um contraste preconceituoso
e que transcende a questão meramente musical.
Todo e qualquer músico tem o direito de explorar diversos conteúdos.
E não é a ausência de fama, ou de "puxação de saco" da mídia que tornará
isso menos louvável.
Não se pode exigir que um músico seja estritamente vinculado ao seu
país... isso, embora interessante, não é obrigatório... sobretudo num
país onde as críticas sào duríssimas aos que compõem em inglês,
e igualmente aos que se aventuram nos estilos nacionais e são
explicitamente trocados por tantas porcarias internacionais...
Não rotulem os produtores de música... Dessa forma, nem mesmo as
corretas críticas à emergência dos tenebrosos funks pelo país serão
dignas de credibilidade...
Tratar a idéia de esquizofrenia é algo muito interessante, também
inoculada pelo filme "Uma mente brilhante".
A composição do enredo desse longa-metragem é bastante curiosa.
O filme é muito bom, por demais violento, mas bastante
louvável enquanto produção cinematográfica.
Num mundo marcado pela complexidade como algo próprio da
natureza humana, um traço dos dilemas, verdadeiros pilares que
sustentam os conceitos de vida e morte que nos circundam,
há quem se incomode por tantas angústias, dúvidas e indefinições.
Caríssimos, pensem na seguinte idéia:
Já pararam para pensar que o único caminho que prontifica uma
certeza (seja ela de que natureza for) é a contra-mão?
Rê,
teu nome, do latim "Renatus", renascida,
é a imagem de uma força que
clama por desbravações de um universo
cênico que não se esgota no palco: mas que
transcende as restrições e caminha para as
(re)descobertas de sentido de tudo o que lhe
cerca.
Lute por sua felicidade, "guria"!
Não abra mão do direito de reavaliar todos os
sentidos para, de fato, alcançar o equilíbrio que
tanto deseja!
Aqui deste lado, com certeza, há um amigo que
torce por você.
Eis aqui, minha singela homenagem.
:)
Não há espectro que domine, sob prisma algum, os paradigmas
da alternativa luminosa. Nem mesmo um diorama tornaria autêntica
a pintura surrealista que é a vida humana. A vida é um ponto de
convergência entre a propagação e a ausência de luz, que dita rumos
aos reflexos, às sombras e aos espectros, direcionando-os a partir de
prismas e feixes possivelmente inferíveis por dedução cognitiva.
A vida, desde o início, se organiza em dois prismas... Encontrar o seu
sentido é a maior busca do ser humano, e o maior erro dos seres de
luz. Não por buscarem uma resposta, mas por não identificarem a
essência da vida como resultado de dois paradigmas.
Para existir sombra, deve existir exposição à luminosidade...
Decifrar a vida seria como compreender o paradigma que envolve
um barco navegando na imensidão de um oceano infindo,
na escuridão, guiado pelo Farol de Alexandria. Um contraste visível
que encontra sentido e força em uma das maravilhas do mundo.
O furor exaustivo dos contestadores da modernidade
se esvai em uma falsa luta por ideais inautênticos.
Manifestantes de uma nova revolução se apóiam em
lutas do passado e escondem-se nos mitos, propondo
visões para a revolução, porém acentuando o "No Future".
Que espécie de revolução seria essa, que não pretende
mudanças, que não acredita em futuro?
É a tendência moderna, é a tendência da juventude na era
do olhar veloz. Dispendioso é o trabalho para a reclusa e
impaciente sociedade. Eis o imediatismo!
O importante é que se faça AGORA.
(Leve-se em conta, também, que a juventude moderna
exige a mudança imediata, mas não é necessariamente
responsável pela sua concretização.)
Sob análise pormenorizada encontra-se o indivíduo que
se arrisca diante do espaço público. Sujeito às avaliações
e considerações de toda e qualquer espécie, os realizadores
(de sonhos, de arte, etc.) entregam suas obras aos olhares
do mundo, à (des)aprovação de terceiros.
Mais que mostrar-se, tornar-se público é um desafio à
natureza de um ser humano, hoje tão fechado, tão isolado
e centrado em noções e percepções de mundo individualistas.
Ser criticado, para o homem moderno, é como ter violado
o seu espaço (de convivência com a sua formação, com a sua
produção, manifestações subjetivas).
Exposto aos olhares de indivíduos prontos para proferir
julgamentos, eis o indivíduo que, com coragem, se arrisca,
erra, acerta, inova, desagrada, mas, sobretudo, abre
espaço para a sua participação no âmbito coletivo, que nada
mais é que a exposição de traços de subjetividade.
Superar a reclusão... eis o desafio para os aventureiros
modernos que desejam exibir suas obras publicamente.
Eu queria primeiramente pedir desculpas àqueles que
por algum momento se viram em uma encruzilhada
diante do post "Viver no caos". Se deixou de fazer sentido,
ou ficou difícil realmente entender, ou ler, minhas sinceras
desculpas (embora seja a minha maneira de ser verdadeiro).
Mas há momentos em que a complexidade das palavras
dominam o meu teclado e minha correspondência manual
suga todo e qualquer componente do limite até então
inalcançável do meu cérebro... (ou, quem sabe, encontrei
um dicionário e resolvi encher a paciência).
Prometo que vou indicar os posts parecidos com esses
com o complemento "para experts", futuramente.
Ok?
Assim não incomodo ninguém!
Ah! Aos interessados em partilhar de uma caótica
(des)organização textual, mas nem por isso sem sentido,
informo sobre essa alteração também.
obs: Em breve vou precisar da ajuda de vocês para um
nome para o blog. Estarei bolando algumas frases e
disponibilizarei na pesquisa. Valeu!
obs2: Quando digo "para experts" estou qualificando
não o embasamento intelectual dos meus leitores, mas apenas
o post, ok? poderia se chamar "para choque", "para refletir", mas
optei por chamar de "para experts"... para pessoas experts em
SlothSam, hehe...
Alguém aí lembra bem dos Smurfs?
Não basta responder sim.
Quero que me ajudem a lembrar de personagens
que não sejam, Gargamel, Cruel, Papai smurf,
nem a "Smurfet" (é assim?!). Então?
Contemplem as divindades de um berçário caótico...
Um mundo que clama por futilidades exacerbadas e
cede espaço à indiferença claustrofóbica de um
sintagmático conflito intra ou interpessoal...
Um mundo que se fecha em muros, em grades,
que ignora o futuro, que esconde-se no passado
e redimensiona o presente em mentiras inconseqüentes
e experiências macrosuperficiais...
A mentira reina sobre o relevo castigado das relações
humanas, e solicita a falsidade como co-autora
de um amplo programa de incompatibilidades generalizadas...
Quanto à loucura, não tenho objeções...
Agora, que a mula que disse essa frase tem participação
na idéia de auto-medicação... ah, pra mim tem...
Até quando os ditos populares devem ser valorizados?
Não é simplesmente engraçado. É sério.
Há quem leia isso e, diante de uma crise de um parente,
acredite que basta um xarope e pronto. Parabéns,
generalizadores do caos. O mundo irracional (e com grande
auxílio, cada vez mais irracional) agradece.
Não seria legal se, nos filmes, os figurantes, de repente, revertessem
o papel meramente complementar e passassem a ser decisivos
para o desfecho da obra?
É... mas é difícil de acontecer. Tudo é hierarquia... tudo é limite...
tudo é obstáculo... tudo tem seu lugar... nem todos ganham voz...
nem todos saem do anonimato... nem todos participam...
nem todos podem, de fato, SER....
Quem foi o idiota que disse que quem respeita
será respeitado? Isso é uma grande mentira.
Ou então, ao menos não é aplicável em toda e
qualquer situação.
O menininho chega perto do pai, e, com um olhar super sério,
pergunta:
- Pai, de onde eu vim?
"Ih, cacete!" - pensa o pai - "chegou o momento que eu sempre
temi. Como é que eu vou explicar pra ele, meu Deus?"
- Bom, meu filho - começou o pai, e ficou meia hora falando de
abelinhas, passarinhos, etc e tal.
O menino ouvia tudo atentamente. O pai acabou a explicação e
perguntou:
- Entendeu, meu filho? Mas por que você me perguntou isso?
- Eu queria saber porque o Zezinho, filho do vizinho, disse que veio
de Uberaba.
Esse é o teste mais fácil do mundo. Será que você consegue
fazer? (Anote suas respostas)
1. Quanto tempo durou a guerra dos 100 anos?
2. Em qual país são fabricados os chapéus Panamá?
3. Em que mês os russos celebram a Revolução de Outubro?
4. As Ilhas Canário, no oceano Pacífico, têm esse nome tirado
de qual animal?
5. Qual é o primeiro nome do Rei George VI?
6. Quanto tempo durou a guerra dos 30 anos?
Anotou suas respostas? Chegou a hora de conferi-las!
Clique aqui
Hehe. Alguém ainda tem dúvida sobre o entitulador
dos programas do SBT? Pô, só pode ser o Sílvio Santos.
De onde mais sairiam pérolas como "Cine espetacular"
(em pleno século XXI), "Show do Milhão", "Topa tudo por
dinheiro", "Tarde de Amor", e, o mais escalabroso,
"O conquistador do fim do mundo" ???
Falando numa boa, até imagino a cena, por exemplo, do
Sïlvio, com aquela cara dele, dando sua colaboração aos
produtores do programa do Gugu, na época de sua elaboração.
Produtor: Ainda nos falta um título para o programa do Gugu.
Sílvio Santos: Que tal Programa do Gugu?
E não é que mesmo assim o infeliz fica rico na vida?
He...... He..... =P
Eu espero ter coisas mais legais para perguntar
e buscar, de fato, mais interatividade com usuários desse blog.
Quero e muito saber os interesses de meu público-alvo.
Mas é que fiquei tão empolgado criando a "web poll"
que me esqueci de elaborar uma pergunta mais apurada.
Mesmo assim, gostaria de conhecer um pouco do
interesse de vocês. Primeiramente, no campo cultural!
Eis o mundo informativo brasileiro!
Jornais que abrem espaço para a confirmação de sobrevivência
do ditador iraquiano, Saddam Hussein, ressaltam, em poucas linhas,
a ação dos traficantes no Rio de Janeiro (a meu ver, uma guerra
muito mais grave, e, jornalisticamente noticiável, segundo teóricos,
devido à proximidade geográfica) e fecham todo esse "espetáculo
informativo" com a idéia de esperança, apontando a Mega Sena como
acumulada em 16 milhões de reais.
Esse é o mundo informativo. Que explora dramas e catástrofes,
ignora os problemas que poderia ajudar a resolver, e, ainda, declara,
com um desfecho subjetivo, o que devemos pensar... Afinal, para quê
se importar com o conflito EUA x Iraque, com a Guerra Civil? O
capitalismo clama por um novo burguês! Que se dane o mundo,
meus caros! Você pode ficar rico!
E não é que o blog do Inagaki é o melhor
dos candidatos ao Ibest?
O Eu hein é legal, mas é específico demais.
O outro tenta ser engraçado, mas é apenas inconseqüente.
E o Inagaki ganhou muitos pontos na minha avaliação depois que vi um
texto dele sobre "gostar de alguém que só lhe vê como amigo"
Inclusive, esse texto me foi enviado pela Isabela, a quem vou ter
que dar uma satisfaçãozinha por ter mudado a minha opinião sobre o
Inagaki.
Se Deus quiser ele vai ganhar esse prêmio do Ibest...
e eu vou ganhar o carro que o Ibest tá sorteando!! hehehe
Eu acho que eu pensei e não enlouqueci... mas, com a ajuda de
Machado de Assis e o seu "ideal do crítico", comecei a exercitar
minhas avaliações e deixá-las, ao máximo, longe de minhas
intransigências...
De todas as provas possíveis nesse planeta,
a que mais me deixa instigado é a com consulta.
Será que sou o único?
Ao menos acredito que uma prova com consulta
terá tudo menos ganchos para respostas a serem
encontradas no livro... O livro, então, é um coadjuvante,
só nos leva ao pensamento lato, que serviu como base
para a elaboração da pergunta...
E as questões, por sua vez, são altamente reflexivas...
Sem noção a aula desse cara...
Ele tem a manha total...
De uma vez por todas eu consegui enxergar que
não é um defeito meu negar um controle social...
Rá! Valeu, Júlio!
Agora eu vejo porque rejeito as convenções sociais
e o mito burguês de "ter felicidade".
Eu procuro ser... é legal saber que, alguma vez,
a gente pode estar no caminho certo...
obs: O exemplo da boate lotada foi fantástico...
Bom saber que não sou o único a repudiar isso como
índice de felicidade...
Vou ser sincero...
Quando estava indo para o churrasco meu ânimo mudou
assim que viramos a rua depois do zoológico...
"Eu mato essa infeliz da Chanceller" - pensei.
Simplesmente fiquei ainda mais abalado quando cheguei
no endereço... Primeiro o freezer queima... depois uns
idiotas com câmeras me aparecem...
Mas...
Depois de um tempo ficou até legal...
Tocamos violão (Ultraje a rigor, Skank, Green Day...),
feito inédito em churrascos (que geralmente se entregam
ao padrão pagode/axé), descobri meu verdadeiro talento
ao jogar futebol (com adversários tontos, claro)...
Bom, apenas lamento o término, que podia ficar sem os
comentários que vieram devido ao excesso de álcool...
Mas, no geral, foi legal...
obs: Agora, que o roubo que aconteceu no carro do músico
foi pala, foi... poxa, logo na chegada tivemos o
prazer de ver dois moleques com uma corda (hehe... sugestivo,
não?)... Será que o rapaz não assiste filme não?
Tem que prestar atenção nos detalhes sutis... =P
Gostei do filme... e acredito que as pessoas que não limitaram
a percepção somente ao tema "alienígenas" também partilham
uma opinião positiva sobre essa produção...
"Diga ao Merril que ele pode bater". =)
Tive o azar de ligar a porcaria da televisão, ontem, durante a fase
de stress, e ver o programa da Sônia Abrão. Ou, é o fim. Ela abre
com um testemunhal sobre o fato que ela acha ser o de mais
importância do dia anterior. Eis que ela estava falando do cara
que ganhou o Big Brother. Dhomni, sei lá. Ela ficou uns 10 minutos
falando (mas não é francamente) que o cara se revelou, se mostrou
mau caráter.
Sônia Abrão, minha filha. Quatro considerações.
1) Quem disse que Big Brother foi o assunto mais importante da
terça-feira?
2) De onde você tirou que alguém quer saber o que você acha do
participante do Big Brother?
3) Falar mal do Pedro Bial é legal, mas tem que ter moral... põe a
mão na consciência (se é que você tem). você tem moral?
4) Quem é você pra discutir ética, mau caratismo, ou o que for!?
Dá licença, mulher, você pôs Egüinha pocotó ao vivo no seu programa...
Olha, definitivamente hoje não é o meu dia. Tive uma noite
escalabrosamente ruim, mas resolvi ir ao Uni-BH para pegar dicas para
um exercício e acabei ganhando um brinde...
Na aula de rádio, minha entrevista serviu de bode expiatório, fiquei
ouvindo, por meia-hora, críticas que, de fato, mereci pelo trabalho que
fiz, mas fui exposto de uma maneira que me irrita...
Para piorar, na aula de Teatro desviei meu olhar para a janela por 2
segundos... Tempo suficiente para o Wilson perguntar o que eu achava
sobre o que, nesses 2 segundos, ele havia comentado.
Pedi que repetisse a pergunta e ele ainda tirou onda:
"Tava indo tão bem, Guilherme. Mas não presta atenção".
Olha. Agora à tarde meu dia não rende. Leio textos para
amanhã, mas as palavras não fazem sentido. Não me concentro.
Só penso nos erros que cometi e que podia ter evitado.
É, eu sei que isso é bobagem. Que é aquele papo de "bola pra
frente". Mas eu não consigo. Ao menos hoje. Estou chateado.
E absurdamente preocupado com a tarefa de amanhã, semelhante
à que tomei críticas hoje. =P
Se eu fosse definir hoje a minha área de atuação, com total certeza,
eu não seria profissional do rádio. Aliás, seria, inclusive, seu fiel crítico....